Quinta-Feira, 11 de Agosto de 2022

Jonathas Rafael

Jonathas Rafael possui graduação em Psicologia (2015) pela Faculdade de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis de Divinópolis - FACED. Tem experiência na área de Psicologia, com enfoque psicanalítico, em atividades com pequenos grupos de adolescentes em Estado de Vulnerabilidade Social e Atendimento Clínico Individual a adolescentes e a adultos. Seus principais temas de interesse são: Adolescência, Análise Institucional, Educação, Envelhecimento, Família, História do Brasil, Literatura Brasileira, em especial a machadiana, Preconceito Linguístico, Psicanálise e Cinema, Psicanálise e Educação, Psicanálise e Laço Social, Psicanálise e Literatura, Representações Sociais, Uso e abuso de álcool e outras drogas e Violência Urbana.

E-mail: jonathas.rafael@yahoo.com.br

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Não somos objetos!



Por mais que a frase acima pareça ser bastante óbvia, ainda há quem acredite que o ser humano não seja mais do que um objeto, uma coisa. E isso não é algo pouco notável, pelo contrário, é visível a análises da vida cotidiana das mais superficiais. Ao que parece, esse ato de tratar o outro como objeto tornou-se frequente, natural.

 

Tratar o outro como objeto é, em geral, desconsiderar a singularidade das pessoas com quem se relaciona. É saber da singularidade do outro, mas não atribuir a ela seu valor. Há uma enorme demonstração de egoísmo nisso. Há a tentativa de fazer o outro abrir mão de sua singularidade e seguir uma singularidade que não a sua.

 

Esse ato pode ser obervado, conforme dito, até mesmo por análises mais superficiais, está entrelaçado na tentativa frenética de obrigar o outro a seguir ideias que nunca acreditou, colocar em prática atividades que são contrárias à sua moral. Em outras palavras, desconsiderar a singularidade do outro é lhe fazer silenciar quando se quer comunicar.

 

No momento em que a comunicação se silencia em uma relação, a singularidade de um ou de outrem está sendo ou foi violada.

 

Em consequência, temos mais pessoas frustradas, menos empatia, mais intolerância e violência. Ou seja, a sociedade adoece cada vez mais. A comunicação é um antídoto para esse adoecimento do social. Temos de falar do que nos (des)respeita, do que nos invade, do que nos fere.

 

Pensem nisso!

 

Jonathas Rafael

31/08/2017 












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