Quinta-Feira, 11 de Agosto de 2022

Maurício Seriacopi

* Maurício Seriacopi é especialista em consultoria a empresas familiares, palestrante, escritor, coach, gestor e consultor empresarial com formação em marketing e gestão empresarial.
Fundador Presidente do ITE - Instituto Transformar de Empreendedorismo.
Sócio-diretor da M2R2 Consultoria Empresarial
Autor do livro "Pensamentos. Criando novas ideias, inovando e aplicando à vida" e diversos artigos sobre empreendedorismo, carreira, gestão de pessoas, motivação, entre outros, publicados no Brasil, Portugal e América Latina.

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FELICIDADE. POR QUE SÓ NOS FINAIS DE SEMANAS?



Muitas pessoas sofrem da “Síndrome do Fantástico”. Assim que começa a música de abertura do programa de revista semanal da emissora carioca, entram em pânico e quase depressão. Então, começam a contar os segundos até que chegue novamente a sexta-feira.

A razão, na maioria dos casos, da existência dessa síndrome é que as pessoas passarão os próximos cinco dias convivendo com outras pessoas que não gostam ou fazendo o que lhes incomodam ou então, em um ambiente desagradável. Pior, em alguns casos, todos esses fatores ao mesmo tempo.

Se perguntássemos a essas pessoas por que não dão um giro de 360º ou viram a própria mesa, provavelmente apontariam o medo como principal ofensor de transformação, pois precisam manter suas famílias, criar seus filhos, quitar prestações, saldar compromissos, e por aí vai.

Afinal, devemos fazer o que gostamos ou aprendermos a gostar do que fazemos?

Professor Marins afirma que ”para gostar do que faz é preciso querer gostar do que faz. É preciso dominar a vontade e a parte imatura de nosso ser que busca fugir da responsabilidade do enfrentamento da realidade e “queimar as naus” do passado ou do que achamos que gostaríamos de fazer”.

Enfim, qual o caminho para encontrar o prazer naquilo em que se faz?

Uma excelente alternativa pode ser engajar-se numa causa social ou num trabalho voluntariado. Essa atitude poderá revelar grandes surpresas, desde fazer algo com prazer, com responsabilidade, é claro, mas sem a “obrigatoriedade” até a revelação de prazeres ocultos em atividades diferentes daquelas submetidas pelo trabalho formal.

Portanto, há muitas formas de olhar a vida e encontrar motivos para cantar: “É FANTÁSTICO”.

“O trabalho só pode ser considerado dignificante se todos envolvidos forem beneficiados pelo êxito”.












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