Quinta-Feira, 21 de Novembro de 2019

Denise Corrêa

Graduada em Comunicação Social pela Universidade de São Paulo, pós-graduada em Psicopedagogia.

Ver todas as colunas

Ela também está certa



As crianças apresentam maneiras peculiares e diferenciadas de vivenciar as situações, de interagir com os objetos do mundo físico. O seu desenvolvimento acontece de forma aceleradíssima. A cada minuto realizam novas conquistas, ultrapassando novas expectativas e causando muitas surpresas.

Seja no contexto escolar, familiar ou social, todas as atitudes de nossas crianças precisam ser observadas de perto, avaliadas diariamente, refletindo e analisando cada progresso da criança em si, e não em comparação ao grupo; mas aquela criança observada, apenas ela, só ela, sem expectativas, sem comparações.

A criança precisa ser considerada como o centro avaliativo.

Recentemente, acompanhei uma criança de seis anos, esperta e inteligente, cursando o primeiro ano e que foi “retida” (reprovada) pela instituição que frequentava. Cabe aqui ressaltar que a criança não conhecia e não fazia ideia do significado da palavra retida ou reprovada e a única coisa que a entristeceu foi o fato de que, no ano seguinte, ela não estaria na mesma sala das amiguinhas, e não o fato de que ela não aprendeu tudo que era necessário para seguir para o próximo ano.

E eu me questiono: o que era necessário para ela seguir, no ritmo dela, para o segundo ano?

Será que nossas crianças de seis anos estão maduras e preparadas para finalizar o primeiro ano alfabetizadas?

Mais uma vez, entramos na questão da avaliação. Avaliar é preciso? Que regras seguir? Posso avalia-las individualmente? É necessária a comparação frente ao grupo a que ela pertence? E a que grupo ela pertence?

Todas as crianças aprendem, e essa afirmação é incontestável. Cada uma delas aprende do seu jeito, no seu tempo, da sua forma; mas aprende.

Não precisamos mudas nossas crianças!

Precisamos mudar e revisar nossos métodos de avaliá-las!

Todas as nossas crianças, cada uma delas, sem exceção, pode aprender. Porém, não no mesmo dia, nem sempre da mesma maneira, dificilmente de acordo com as nossas expectativas... Mas, sim, elas aprendem!

Apesar de existirem marcos na aprendizagem, precisamos lembrar que cada criança é única e tem seu tempo para descobrir e entender o mundo ao seu redor.

No processo educativo, a resposta nem sempre é a que esperamos. Mas, acredite: ela também está certa!

Denise Corrêa - Psicopedagoga e Tutora Educacional
Graduada em Comunicação Social pela Universidade de São Paulo, pós-graduada em Psicopedagogia.

Fone e Whatsapp: (11) 99464-3749










Imóveis em Sorocaba

Apartamentos

Áreas Industriais

Casas

Chácaras

Comercial

Condominios

Fazendas

Haras

Sítios

Terrenos

Anuncie seu Imóvel

O mercado de Aluguel de louças e acessórios aumentou (e ficou ainda mais qualificado) de uns anos para cá. Um exemplo? Outro dia estava organizando uma lista de peças que precisariam ser alugadas (Aluguel de louças para festas) para um festa

Quando se pensa na realização de um evento social, seja ele uma festa familiar ou uma recepção empresarial,Aluguel de louças, a preocupação com a aquisição dos pratos, talheres e outros equipamentos a serem usados é grande. Além de consumir bastante tempo, o custo e a logística de obtenção dos mesmos é significativa.

O mercado de Aluguel de louças em São Paulo aumentou (e ficou ainda mais qualificado) de uns anos para cá. Um exemplo? Outro dia estava organizando uma lista de materiais que precisariam ser alugadas (Aluguel de louças para festas em São Paulo) para um festa

O Emprestimo para aposentado.

O BMG Emprestimo.



Dogus Comunicação

Sobre a Dogus Comunicação  |   Política de Privacidade  |   Blog  |   Receba Novidades  |   Acesse pelo Celular

Melhor Visualizado em 1200x900 - © Copyright 2007 - 2018, Dogus Comunicação. Todos os direitos reservados.