Quinta-Feira, 11 de Agosto de 2022

Denise Corrêa

Graduada em Comunicação Social pela Universidade de São Paulo, pós-graduada em Psicopedagogia.

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Bullying: dando um basta nesta história



A volta às aulas está se aproximando e, com ela, novas histórias chegam, contadas pelos pais ou pelas próprias crianças. Histórias que incomodam, histórias que assustam, histórias que revoltam; e essas histórias começam sempre com a dúvida: “Não sei o que está acontecendo com a Aninha, ela não quer ir à escola”. Ou, “O Pedro tem febre toda noite; ele estuda no período da manhã, em casa – na parte da tarde – ele fica bem e, à noite, a febre retorna. Já levei ao médico e ele não achou nada. Será que é uma virose?”.

Bem, certamente não é uma virose o que o Pedro tem. E a Aninha, aquela Aninha que não quer ir à escola, mas sempre gostou de estudar, ela não está com “implicância” com a escola e também não é culpa da professora. É medo. A Aninha e o Pedro estão com medo. Medo daquela palavrinha diferente: bullying. Que traz, com ela, uma grande carga de agressividade, psicológica ou verbal, repetitiva, intencional e constante; que dói, machuca e está se tornando comum no ambiente escolar em todo o mundo.

Atenção. É essa a palavrinha que não permitirá que o bullying cresça. Ao menor sinal de comportamento diferente do agressor ou do agredido, a atenção e o cuidado precisam entrar em ação.

Brincadeiras, atividades e cartazes poderão ser preparados para esclarecer e preparar as crianças para o significado do bullying e como evitá-lo.

O mundo é grande e as escolas também. E há diversas crianças com um modo de viver, ser e aprender infinito, basta haver propostas e pensamentos livres de preconceito.

Todos nós somos, indiretamente, responsáveis pela construção ou destruição do outro, pois é durante o contato e a convivência com o outro que temos a oportunidade de trocar experiência e de ensinar ou aprender.

Nossas crianças estão chegando.

Nossas crianças estão voltando.

E, com elas, todas as diferenças e diversidade; então, ATENÇÃO!

E lembre-se sempre: “Tudo o que elas precisam é de amor”.

Denise Corrêa - Psicopedagoga e Tutora Educacional
Graduada em Comunicação Social pela Universidade de São Paulo, pós-graduada em Psicopedagogia.

Fone e Whatsapp: (11) 99464-3749












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