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Por que não conseguimos mais perder peso depois de um tempo?

“Efeito platô” é o nome que se dá à estabilização do peso após um período de tempo de realização de uma dieta e é reflexo de uma adaptação do organismo à restrição de calorias. O termo refere-se àquela sensação de não estar perdendo mais peso depois de algum tempo. O nome é emprestado da estatística e se refere ao fato de que, ao acompanhar o peso de uma pessoa em regime, quando estes dados são transformados em um gráfico, é possível ver que a linha relacionada com a perda de peso e que vinha descendo, passa a ficar quase horizontal, ou seja, o desenho é similar a um platô.

Rosita Fontes, médica endocrinologista explica que, a evolução humana nos ajuda a entender esta reação do organismo: por longos períodos ao longo do tempo houve falta sistemática de alimentos e o ser humano não teria sobrevivido caso não tivesse mecanismos para guardar energia. O corpo humano faz isso sob a forma de gordura, o que nos ajudaria a não sofrer com o risco de morte por falta de comida em períodos de escassez.

Por este motivo, toda vez que a oferta de alimento é diminuída, o que ocorre quando se faz uma dieta, chega-se um ponto em que a pessoa para de perder peso, atingindo um ponto de equilíbrio em que não se gasta mais energia do que aquela que é ingerida. O tempo no qual isto ocorre é variável e depende de inúmeros fatores, mas é comum ocorrer pela primeira vez após cerca de três meses de dieta, diz Rosita.

Hormônio da saciedade

Mudanças corporais e hormonais também participam desta estabilização do peso, sempre na tentativa de poupar o organismo da privação de alimentos. “Por exemplo, a leptina é um hormônio produzido pelo tecido adiposo (gorduroso) que atua na regulação do peso agindo tanto na ingestão de alimentos quanto no metabolismo celular”, aponta Rosita. “Assim, uma das suas funções é fazer o cérebro entender a sensação de saciedade. Isto quer dizer que, após a ingestão de alimentos, a produção de leptina faz o organismo entender que foi alimentado e que a pessoa não precisa comer mais”.

Se este hormônio não age adequadamente, o organismo não tem a percepção adequada de saciedade. Com a diminuição do tecido adiposo decorrente da própria dieta, a produção de leptina diminui, até que, em certo ponto, é insuficiente para produzir esta sensação de saciedade, fazendo com que haja pequenos “escapes” e a pessoa fuja da dieta.

“Diante do efeito platô, a primeira e mais importante ação é persistir na dieta”, afirma a especialista. Com o tempo o organismo volta a trabalhar com os níveis hormonais mais baixos, reiniciando um novo ciclo de emagrecimento. Outro ponto importante é manter a atividade física, às vezes com pequenas mudanças nos exercícios realizados, visando a manutenção da massa muscular, extremamente importante para o gasto de calorias.

“O diário alimentar, assim como de atividade física, pode ser um grande aliado, pois, uma vez que é comum observarmos que, quem come além do necessário, geralmente, não nota isto”, diz Rosita. Através do diário toma-se consciência dos “escorregões” cometidos em relação ao programa estabelecido com seu médico. Da mesma forma, este diário pode mostrar ao seu médico ou psicólogo quais os pontos de maior dificuldade em serem contornados, assim como os horários em que a pessoa tende a comer mais, suas sensações e emoções subjetivas e assim auxiliando-o na revisão constante do tratamento.

“Efeito platô” é o nome que se dá à estabilização do peso após um período de tempo de realização de uma dieta e é reflexo de uma adaptação do organismo à restrição de calorias. O termo refere-se àquela sensação de não estar perdendo mais peso depois de algum tempo. O nome é emprestado da estatística e se refere ao fato de que, ao acompanhar o peso de uma pessoa em regime, quando estes dados são transformados em um gráfico, é possível ver que a linha relacionada com a perda de peso e que vinha descendo, passa a ficar quase horizontal, ou seja, o desenho é similar a um platô.

Rosita Fontes, médica endocrinologista explica que, a evolução humana nos ajuda a entender esta reação do organismo: por longos períodos ao longo do tempo houve falta sistemática de alimentos e o ser humano não teria sobrevivido caso não tivesse mecanismos para guardar energia. O corpo humano faz isso sob a forma de gordura, o que nos ajudaria a não sofrer com o risco de morte por falta de comida em períodos de escassez.

Por este motivo, toda vez que a oferta de alimento é diminuída, o que ocorre quando se faz uma dieta, chega-se um ponto em que a pessoa para de perder peso, atingindo um ponto de equilíbrio em que não se gasta mais energia do que aquela que é ingerida. O tempo no qual isto ocorre é variável e depende de inúmeros fatores, mas é comum ocorrer pela primeira vez após cerca de três meses de dieta, diz Rosita.

Hormônio da saciedade

Mudanças corporais e hormonais também participam desta estabilização do peso, sempre na tentativa de poupar o organismo da privação de alimentos. “Por exemplo, a leptina é um hormônio produzido pelo tecido adiposo (gorduroso) que atua na regulação do peso agindo tanto na ingestão de alimentos quanto no metabolismo celular”, aponta Rosita. “Assim, uma das suas funções é fazer o cérebro entender a sensação de saciedade. Isto quer dizer que, após a ingestão de alimentos, a produção de leptina faz o organismo entender que foi alimentado e que a pessoa não precisa comer mais”.

Se este hormônio não age adequadamente, o organismo não tem a percepção adequada de saciedade. Com a diminuição do tecido adiposo decorrente da própria dieta, a produção de leptina diminui, até que, em certo ponto, é insuficiente para produzir esta sensação de saciedade, fazendo com que haja pequenos “escapes” e a pessoa fuja da dieta.

“Diante do efeito platô, a primeira e mais importante ação é persistir na dieta”, afirma a especialista. Com o tempo o organismo volta a trabalhar com os níveis hormonais mais baixos, reiniciando um novo ciclo de emagrecimento. Outro ponto importante é manter a atividade física, às vezes com pequenas mudanças nos exercícios realizados, visando a manutenção da massa muscular, extremamente importante para o gasto de calorias.

“O diário

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